O cloridrato de epirrubicina apresenta resposta terapêutica significativa em várias neoplasias, entre elas: carcinoma da mama, linfomas malignos, sarcomas de partes moles, carcinoma gástrico, carcinoma hepático, câncer do pâncreas, carcinoma do reto-sigmóide, carcinoma da região cérvico-facial, carcinoma pulmonar, carcinoma ovariano e leucemias.
O cloridrato de epirrubicina é indicado no tratamento dos carcinomas superficiais da bexiga (de células transicionais, carcinoma in situ) e na profilaxia das recidivas após ressecção transuretral
Para quais casos não se deve usar?
Cloridrato de epirrubicina é contraindicado a pacientes que apresentam hipersensibilidade à epirrubicina
ou a qualquer outro componente da fórmula, outras antraciclinas ou antracenedionas. Cloridrato de
epirrubicina também é contraindicado nas seguintes situações: 1) Uso intravenoso: mielossupressão
persistente, insuficiência hepática grave, miocardiopatia, infarto do miocárdio recente, arritmias severas,
tratamentos prévios com doses cumulativas máximas de epirrubicina e/ou outras antraciclinas e
antracenedionas (vide item 5. Advertências e Precauções). 2) Uso intravesical: infecções no trato urinário,
inflamação da bexiga, hematúria.
Cloridrato de epirrubicina é um medicamento classificado na categoria D de risco de gravidez.
Portanto, este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. A
paciente deve informar imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.